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Peregrina neste mundo

Sou peregrina na terra; não escondas de mim os teus mandamentos. Salmos 119:19

Peregrina neste mundo

Sou peregrina na terra; não escondas de mim os teus mandamentos. Salmos 119:19

Ídolos

 

Os filhos e a família são dádivas maravilhosas de Deus, mas podem transformar-se em ídolos.


Enquanto a Bíblia nos ensina a cuidar dos nossos, com santidade, modéstia e honra; a humanidade, com os seus afectos corrompidos passa a idolatrar os seus filhos, maridos, esposas e pais, como deuses na terra.

Uma preocupação excessiva com estudos, segurança, trabalho, excelências em viagens, seguros, hospitais, médicos e comodidades modernas, ocupam toda a mente, tempo e coração. Oferecem nos seus altares casas entulhadas de bugigangas, santuários de roupas e brinquedos... E os pais?

 

Ausentes para manter todos esses cuidados e luxos, 'pais obedientes' e filhos-deuses. Adultos que não se conformam com a velhice e idosos sem nenhum conforto espiritual no fim das suas vidas...

 

Que Deus tenha misericórdia nestes tempos e ensine os seus filhos sobre a vida abundante em Cristo, e a morte como lucro!

"Contudo, quando avaliei tudo o que as minhas mãos haviam feito e o trabalho que eu tanto me esforçara para realizar, percebi que tudo foi inútil, foi correr atrás do vento; não há qualquer proveito no que se faz debaixo do sol." (Eclesiastes 2:11)

 

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Preocupados?

"Porque é que as pessoas estão morbidamente preocupadas consigo mesmas?

A resposta é: Não estão ocupadas o suficiente com Jesus Cristo!

O problema real é a nossa falha em conhecê-Lo e aos Seus caminhos como deveríamos. Se tão somente gastássemos mais tempo a olhar para Ele, logo nos esqueceríamos de nós mesmos [...] Pois bem, pare de olhar para si mesmo e comece a deleitar-se n'Ele!"

 

Martyn Lloyd Jones...
Livro: Depressão espiritual

 

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A Aparência Física

Quando a serpente contou a primeira mentira da história a Eva que originou a queda dos nossos primeiros pais (e com eles todos nós), começou a ser construído um mundo de ilusões orquestrado pelo “príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência” (Efésios 2:2).
A engrenagem desse mundo de ilusões tem como combustível a inconformidade com a Lei de Deus, ou seja, o pecado, que depois da Queda passou a constituir a natureza de todos os seres humanos. Desde então, a humanidade arruinada tem comprado as mentiras vendidas pela antiga Serpente, o diabo, com a promessa de que terão o que perderam no Éden: a felicidade. Para nós, mulheres, esse pacote de mentiras está direccionado para diversos conceitos, mas, agora, observaremos apenas um, que parece ser o mais comum e abrangente:

 

A APARÊNCIA FÍSICA:
Embora o conceito de beleza seja cultural e temporal, o desejo de ser bela é algo que pode ser visto universalmente nas mulheres de todas as épocas, que sempre tiveram especial preocupação com a aparência e se submeteram a muitos sacrifícios para alcançarem o ideal de beleza no contexto em que viveram.


_ No período da renascença, as mulheres ricas arrancavam os cabelos da parte frontal da cabeça para ficar com testas maiores e bem arredondadas, o que era considerado primoroso para a sociedade europeia daqueles dias.
_ Nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial, na China, as meninas da elite social tinham os seus pés enfaixados para que não crescessem mais do que sete a dez centímetros de comprimento, pois esse era o tamanho de pés valorizados e considerados encantadoramente femininos, mas que aleijavam os seus pés para sempre.
_ Na Inglaterra, durante o século XVII, era comum às mulheres obesas recorrerem à sangria.
_ Na época vitoriana o sonho de beleza era uma cintura de quarenta e seis centímetros e, para aparentarem tê-la, as mulheres usavam espartilhos tão apertados a ponto de deslocarem órgãos internos.
_ Já nos loucos anos vinte, as jovens ocidentais enfaixavam os seios, pois a moda era um busto achatado, e nos anos trinta, engoliam um verme de nome cientifico ténia, conhecido popularmente como solitária, para terem uma pele de porcelana.

Tudo isso nos parece tão grotesco… Até nos lembrarmos de que nos nossos dias tecnologicamente evoluídos, as mulheres (que se dizem mais evoluídas) injectam uma espécie de gel aquoso (conhecido como hidrogel) nas pernas para elas ficarem torneadas ou implantam próteses de silicone nos seios ou no rabo para aumentar o seu tamanho, ou submetem-se a um procedimento conhecido como lipoaspiração, o qual, através de tubos cirúrgicos, aspira a “gordura localizada” em determinadas partes do corpo.

O mais incrível, é que nada disso nos espanta porque já inculcaram na nossa cabeça que essas coisas são necessárias para alcançarmos o corpo que a nossa sociedade cultua.


Todo o tempo, dinheiro e esforço excessivos, que dedicamos para ter a aparência que a cultura estabeleceu como desejável, mostra que realmente acreditamos numa grande mentira: a de que a beleza física fará de nós mulheres felizes e realizadas se a tivermos.

O problema, é que essa mesma cultura não nos ensina que a beleza dos atributos físicos tem prazo de validade.


E porquê? _ Porque essa verdade nos levará a perceber que não vale a pena investir a vida em algo que não possui importância real.

Não é pecado querer ser bonita. O pecado pode encontrar-se na motivação para tal, por exemplo: se buscas a beleza física como um meio para atrair o desejo sexual, causar inveja nas outras mulheres ou para ser o centro das atenções. Isso é errado aos olhos de Deus.

Mas, se buscas aquela beleza discreta e comedida que reflecte piedade e pureza na tua aparência, então isso é agradável ao Senhor.
A única beleza que pode realmente trazer-nos alegria e contentamento é a beleza de uma vida santa, e faremos bem se a buscarmos com toda a dedicação e zelo. É claro que isso não exclui os cuidados com o nosso corpo: devemos sim ter uma alimentação saudável, fazer exercício físico, usar roupas bonitas, tratar dos cabelos e etc., mas não te deixes enganar, porque não é por estar dentro dos padrões de beleza da nossa cultura que vais ser uma mulher verdadeiramente feliz.

 

Relacionamento Amoroso

A idealização proposta pela nossa cultura ao amor romântico tem descaracterizado o objectivo do relacionamento conjugal, ensinando-nos:

_ Que a relação matrimonial com um homem deve ser um “mar de rosas” onde só teremos alegria e prazer;

_ Que o homem perfeito para nos relacionarmos é aquele que faz todas as nossas vontades, cede a todos os nossos caprichos e nos trata como deusas.

A ideia predominante é a de que o objectivo do casamento é fazer-nos felizes e, então, casamos com a expectativa de que o nosso cônjuge nos dê a felicidade. Com a mente moldada segundo os conceitos deste mundo, colocamos essa tremenda responsabilidade em cima de um pecador, cheio de defeitos e sem nenhuma capacidade para cumprir tal tarefa.

Essa é mais uma grande mentira que nos cerca e na qual acreditamos piamente.Há mulheres que se sentem extremamente infelizes porque ainda não casaram, vivem amarguradas e desperdiçam os dias de solteira a reclamar e a cultivar sentimentos de inveja e de frustração nos seus corações. Isso só acontece porque elas realmente acreditam que só o casamento as poderá fazer felizes.

Mas, a verdade é que depois da Queda, na vida “debaixo do sol”, Deus tem chamado pecadores regenerados para viverem a aliança do casamento caminhando juntos rumo à perfeição, crescendo na semelhança de Cristo, em meio aos defeitos e falhas do companheiro, exercitando o perdão, a paciência, a bondade e é claro o amor.

Então, se realmente desejas unir-te a um homem pelo pacto do matrimónio, faz isso pelos motivos certos, pois se não és feliz agora enquanto és solteira, também não o serás quando casares porque a nossa felicidade é Deus, mas o nosso coração enganoso, o diabo e o mundo empenham-se em fazer-nos acreditar que seremos felizes em termos qualquer coisa menos Deus. Tem cuidado, vigia para que nos teus relacionamentos Deus seja tudo em todos, o que passar disso é idolatra.

Embora essas não sejam as únicas mentiras que nos rodeiam (esta e a do Post anterior), parecem ser as que têm tido um efeito de maior proporção, mobilizando as mulheres a buscarem com afinco essas coisas que só terão valor se forem feitas debaixo do sorriso de Deus que se agrada na beleza e no casamento, mas quando são feitos para a Sua glória.

Lembra-te de nada nesta vida é sobre ti, mas sobre Deus, até a tua beleza e o teu casamento.

 

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Carta aberta aos meus amigos:

Hoje, a sexualidade é um factor importante na vida pública. No momento que vivemos, ela é um assunto público - a prioridade e o centro de alguns dos maiores e mais disputados debates desta época.
É só olhar para a publicidade na TV para percebermos o quanto a maioria apela à sexualidade. Os alunos do ensino básico (os nossos filhos) já recebem currículos sobre a "diversidade familiar", e os principais meios de comunicação social noticiam o fenómeno da promiscuidade sexual em todo o lado. Olhando ao nosso redor, parece não haver uma única área da nossa cultura que não esteja a lidar, de alguma forma, com a sexualidade _ com muita controvérsia à mistura.

Os cristãos, homens e mulheres regenerados que Cristo comprou e salvou do poder do pecado, com o Seu precioso sangue, têm um papel fundamental e um dever especial no meio da confusão que se está a instalar.

Nós, cristãos, não somos evolucionistas, nem naturalistas. Nós, cristãos, somos criacionistas e acreditamos que as realidades de género, e a sexualidade, são dons intencionais do Criador, que os deu aos seres humanos que criou como bênção, para serem usados com responsabilidade.

Nós, cristãos, não somos relativistas pós-modernos. Portanto, não podemos aceitar a afirmação de que os padrões sexuais são meras construções sociais. Acreditamos que só o Criador tem o direito de revelar a Sua intenção e de dar ordens no que concerne à nossa administração desses dons.

Como cristãos, nascidos de novo, somos diferentes dos génios e dos gurus de marketing e publicidade. Não cremos que a sexualidade deva ser usada como um ardil para atrair a atenção e criar o desejo do consumidor.
Também somos diferentes dos produtores complacentes de entretenimento sexualizado. Não cremos que a sexualidade seja, primariamente, diversão e prazer. Na contramão dos revolucionários sexuais de décadas recentes, nós, cristãos, não cremos que a sexualidade é o meio de libertar o ego da opressão cultural.

Em outras palavras: cremos que o sexo é menos importante do que muitos desejam que creiamos. A existência humana não se centraliza, primeira e principalmente, no prazer sexual e na demonstração da sexualidade. Há muito mais para a vida humana, realização e alegria. O sexo não pode cumprir as promessas feitas por esta sociedade hipersexualizada.

Por outro lado, a sexo é mais importante do que a sociedade secular pode imaginar. Afinal de contas, a cosmovisão cristã revela que, em última análise, sexo, género e sexualidade fazem parte do propósito da criatura para glorificar o Criador. Esta relação transforma toda a questão e deixa a criatura a perguntar: _ Como posso celebrar e vivenciar a administração da minha sexualidade e o exercício deste dom de maneira a que o Criador seja mais glorificado?
É desnecessário dizer que esta não é pergunta que motiva a confusão da nossa cultura saturada de sexo.

Como cristãos, somos responsáveis por um testemunho especial quanto ao significado do sexo e da sexualidade. E tudo isso, como sabemos, não se refere apenas ao que pensamos sobre esses assuntos, mas também à maneira como temos de viver.

 

 

Baseado no livro:
Desejo e Engano
R. Albert Mohler Jr.

 

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Porquê?

Num mundo que, há muitos anos a esta parte, tem vindo a desvalorizar o casamento e a adoptar a união de facto como algo mais moderno e libertador... Como devemos entender que, esse mesmo mundo, saia à rua a clamar a plenos pulmões pelo direito ao "casamento" gay?

Porque é que desejam tanto que uma instituição que tacharam de: arcaica, antiquada, intolerante, falida, opressora e descartável, seja concedida a pares do mesmo sexo?

 

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O que é que te identifica?

“Algumas mulheres encontram a sua identidade e o seu valor nas suas habilidades atléticas – mas o que é que acontece quando as perdem?
Uma mulher pode encontrar a sua identidade em ter um namorado, mas o que é que acontece quando eles terminam?

 

Consegue ver onde quero chegar? Nenhuma dessas coisas é permanente. Elas nem sequer são confiáveis.

 

A nossa identidade não é encontrada no que fazemos ou com quem estamos. É encontrada em Cristo e no que Ele já fez por nós. [...] O nosso valor não tem nada a ver connosco, tem tudo a ver com Deus. Jesus Cristo é a melhor notícia para nós, mulheres jovens ou maduras. Ele ajuda-nos a ver o que somos sem Ele (pecadoras a caminho do Inferno) e o que somos com Ele (salvas pela graça de Deus). Ele dá-nos a resposta sobre o nosso valor, e dá-nos o Seu valor que não se desvanece com o tempo nem se encontra no talento."

Gwen Smith

 

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