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Peregrina neste mundo

Sou peregrina na terra; não escondas de mim os teus mandamentos. Salmos 119:19

Peregrina neste mundo

Sou peregrina na terra; não escondas de mim os teus mandamentos. Salmos 119:19

Onde está Deus quando as tragédias acontecem?

Hoje, muitos daqueles que se dizem cristãos chamam às tragédias naturais, e não só, "coisas terríveis que apanharam Deus desprevenido" e dão às calamidades que se abatem sobre este mundo uma conotação mística e totalmente fora do controle de Deus. A culpa é sempre do Diabo e dos seus demónios e não consequência do pecado e da desobediência do ser humano a Deus.
Ridicularizamos Deus quando insinuamos que Ele não está no perfeito controle de tudo o que acontece neste mundo! Diminuímos a Sua soberania e o seu poder quando insinuamos que Ele nada pode fazer para evitar as tragédias que se abatem sobre a humanidade. Há muitos, muitos anos, Malagrida foi condenado à pena de garrote e de fogueira, realizando-se o suplício no auto da fé de 21 de Setembro de 1761 porque se atreveu a atribuir o Terramoto de Lisboa, 1755, ao castigo de Deus.
 
Pergunto: _ Deus foi apanhado de surpresa? Ou o pecado que corria desenfreado atraiu o juízo divino? Quantas vezes, na Bíblia, é que o pecado do povo levou Deus a enviar grandes calamidades sobre a terra? O dilúvio foi enviado por quem? Porquê?
 
 
Infelizmente, ao contrário do ensino, das promessas e da esperança que encontramos na Palavra de Deus, toda a nossa esperança parece concentrada nesta vida e neste mundo. A morte, que só entrou no mundo por causa do pecado, é algo que nos leva a perceber a nossa insignificância, fragilidade e a nossa incapacidade de sequer planear o dia de amanhã com a certeza de que estaremos vivos... Odiamos saber que não temos controle sobre nada e odiamos sofrer. Não, não me passa pela cabeça criticar quem chora os seus mortos! Deus me livre de tal coisa. Jesus chorou a morte de Lázaro e sabia que o ressuscitaria dali a momentos.
 
A morte é algo terrível e que provoca uma dor imensa porque é consequência do pecado de Adão, mas ela é também o único meio de irmos para junto daquEle que nos foi preparar um lugar e que nos provou que há vida abundante depois da morte - vida eterna e plena de gozo, alegria e paz na Sua presença. Nós, cristãos, somos peregrinos nesta terra e só estaremos na nossa Pátria após a morte deste corpo que, um dia, será ressuscitado e se juntará ao espírito que já está com o Pai, na glória.
 
Num mundo que quer a todo o custo tirar Deus da criação para não ter que Lhe prestar contas, e que aprova diariamente leis que Deus abomina, convém olharmos para a Escritura e perceber que: «do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.» (Romanos 1:18).  
 
Jesus, nunca ensinou que o Diabo fazia as tragédias acontecer à revelia de Deus. Ele jamais deu uma conotação mística aos males do corpo e às calamidades e tragédias que vieram sobre os homens,mas, ao contrário desta geração de cristãos, Ele afirmou que esses eram os desígnios e/ou juízos Divinos.
 
Em Lucas 31:1-5, Jesus lemos: «Ora, naquele mesmo tempo estavam presentes alguns que lhe falavam dos galileus cujo sangue Pilatos misturara com os sacrifícios deles. Respondeu-lhes Jesus: Pensais vós que esses foram maiores pecadores do que todos os galileus, por terem padecido tais coisas? Não, eu vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis. Ou pensais que aqueles dezoito, sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou, foram mais culpados do que todos os outros habitantes de Jerusalém? Não, eu vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis.»
 
Em João 9:1-3, lemos: «E passando Jesus, viu um homem cego de nascença. Perguntaram-lhe os seus discípulos: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Respondeu Jesus: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi para que nele se manifestem as obras de Deus.».
 
Como filha de Deus, como cristã, prefiro crer num Deus Todo-Poderoso e Soberano que está no pleno controle da Sua criação - céus, terra e mares - do que acreditar que os humores do nosso adversário, Satanás, ou a própria natureza à revelia do Criador, O podem apanhar distraído e frustrar os Seus desígnios matando os seus filhos e as suas criaturas sem que Ele nada possa fazer. Eu creio no Deus de Jó:
 
«Com ele está a sabedoria e a força; conselho e entendimento tem.
Eis que ele derruba, e ninguém há que edifique; prende um homem, e ninguém há que o solte.
Eis que ele retém as águas, e elas secam; e solta-as, e elas transtornam a terra.
Com ele está a força e a sabedoria; seu é o que erra e o que o faz errar.
Aos conselheiros leva despojados, e aos juízes faz desvairar.
Solta a autoridade dos reis, e ata o cinto aos seus lombos.
Aos sacerdotes leva despojados, aos poderosos transtorna.
Aos acreditados tira a fala, e tira o entendimento aos anciãos.
Derrama desprezo sobre os príncipes, e afrouxa o cinto dos fortes.
Das trevas descobre coisas profundas, e traz à luz a sombra da morte.
Multiplica as nações e as faz perecer; dispersa as nações, e de novo as reconduz.
Tira o entendimento aos chefes dos povos da terra, e os faz vaguear pelos desertos, sem caminho.
Nas trevas andam às apalpadelas, sem terem luz, e os faz desatinar como ébrios.»
Jó 12:13-25
 
Maria Helena Costa

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Concordata vs Estado Laico

A nível nacional

 

Portugal é visto, por grande parte da população portuguesa, como um país laico, ou seja, um país que não está sujeito a qualquer tipo de governo de domínio religioso. Sendo um país democrático, onde há igualdade entre todos os cidadãos e cidadãs, todas as pessoas têm o direito a exercer a sua religião livremente e nenhum grupo religioso pode ser beneficiado, pelo Estado, em relação aos outros. Todas as religiões estão em pé de igualdade, pelo menos segundo consta a Constituição no ponto 4. do Artigo 41º, ao referir que “As igrejas e outras comunidades religiosas estão separadas do Estado e são livres na sua organização e no exercício das suas funções e do culto.”.


Acontece que, em 7 de maio de 1940, foi celebrada a Concordata Católica entre a Santa Sé e a República Portuguesa, estando claro, no início da mesma, que um dos objetivos é a “evolução das suas relações [da Igreja] com a comunidade política”, ou seja, o interesse da religião em influenciar, de certa forma, nas decisões do Estado. No ponto 1. do Artigo 1º, diz a Concordata que “A Santa Sé e a República Portuguesa declaram o empenho do Estado e da Igreja Católica na cooperação para a promoção da dignidade da pessoa humana, da justiça e da paz.” e no ponto 3. que “A República Portuguesa reconhece a personalidade jurídica da Igreja Católica.”. Num Estado verdadeiramente laico, isto não pode acontecer. O Estado tem que estar completamente isento da influência de qualquer tipo de religião.


A Concordata está repleta de exigências e, muitas delas, vão contra os direitos promulgados na Constituição Portuguesa. O simples facto de a Concordata apenas priveligiar o povo católico em relação à restante população, já vai contra um dos artigos expressos na Constituição Portuguesa.
No ponto 2. do Artigo 13º, diz a Constituição que Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.”. Mas, isto não acontece, dado que a Concordata, no fundo, acaba por ter mais poder sobre a Constituição e, na Concordata, há privilégios e benefícios que a Constituição condena.


A realidade, em Portugal, e que muitas pessoas não sabem porque é uma forma de discriminação religiosa bastante subtil que só quem pratica outra religião que não a Católica sente, é que nem todas as religiões têm total liberdade para se expressarem publicamente, por exemplo. Qualquer religião, exceto a Católica, que queira manifestar-se publicamente, terá que recorrer às autoridades da região, pedir licença para realizar a prática religiosa em público e as dificuldades em terem aceitação são bastante grandes e muitas vezes essas pessoas chegam a ser impedidas.

As autoridades, ao fazerem a expressão pública depender do tipo de religião que é, violam o ponto 3. do Artigo 41º que diz que Ninguém pode ser perguntado por qualquer autoridade acerca das suas convicções ou prática religiosa, salvo para recolha de dados estatísticos não individualmente identificáveis, nem ser prejudicado por se recusar a responder.”
Na verdade, apenas a religião Católica está autorizada a manifestar-se em público sem correr o risco de ser impedida. Têm liberdade ao ponto de conseguirem fechar estradas para passarem uma procissão, por exemplo. Isso acontece porque a Concordata assim o exige. No ponto 4. do Artigo 2º, diz a mesma que “É reconhecida à Igreja Católica, aos seus fiéis e às pessoas jurídicas que se constituam nos termos do direito canónico a liberdade religiosa, nomeadamente nos domínios da consciência, culto, reunião, associação, expressão pública, ensino e acção caritativa.”.


É uma violação clara da liberdade religiosa. É uma forma de discriminação que, apesar de não ser tão notória, é real e mancha a laicidade que o Estado manifesta ter. É a trangressão do ponto 2. do Artigo 18º que diz que A lei só pode restringir os direitos, liberdades e garantias nos casos expressamente previstos na Constituição, devendo as restrições limitar-se ao necessário para salvaguardar outros direitos ou interesses constitucionalmente protegidos.”.

 

A nível histórico e geral

A imagem mais clara da violação da laicidade é um Estado teocrata, ou seja, o país é governado por uma religião em específico.
Ao longo da História, ficou mais que provado que governos teocratas só trouxeram prejuízo para as suas populações. Mesmo na atualidade, temos locais governados por uma teocracia.
O mais conhecido, por causa das tragédias que acontecem todos os dias, é o Médio Oriente, governado pela religião islâmica. Bem ou mal interpretado, o Corão é a base da lei dos países desta região e, qualquer um que não se enquadre ou que se desvie das regras lá estipuladas, ou é torturado até se arrepender ou então é condenado à morte.
Outro exemplo, que aconteceu há, mais ou menos, 6 séculos atrás, e que ainda tem uma influência enorme na mentalidade de muitas pessoas atualmente, foi a época da Idade Média, onde grande parte da Europa foi governada pela Igreja Católica. Toda a gente, praticamente, já ouviu falar da Inquisição, por exemplo. Qualquer tipo de pessoa que se desviasse dos preceitos estipulados pelo governo religioso daquela época não escapava à perseguição, à tortura, nem à morte.
E houve também países, como os Países Baixos, a Alemanha e a Suiça, por exemplo, que foram, por um determinado momento da História, governados pelo Protestantismo e que, mesmo o impacto tendo sido menor em comparação com as outras situações já referidas, houve perseguição, tortura e morte de qualquer tipo de opositor à ideologia em vigor no governo.
Estes são alguns dos exemplos mais trágicos que há de um governo teocrata, não laico.
Depois, existem, atualmente, locais onde há discriminação religiosa devido ao facto de a religião, tal como aqui em Portugal, ter uma certa influência nos governos que se dizem laicos: o Vaticano, dominado pela Igreja Católica; a Inglaterra, dominada pelo Anglicanismo, entre outros. E, nestes locais, acontece o mesmo que aqui em Portugal. A liberdade para as minorias religiosas se exprimirem é bastante limitada, enquanto que a religião que está em maioria tem mais privilégios.

É verdade que há sitíos que tiveram na base da sua fundação uma religião, mas isso não é motivo para impedir que o Estado seja laico. Um grande exemplo disso é Israel. Um país que teve na sua base de origem a religião judaica e que, hoje, apesar da maioria da população ser de religião judaica, não discrimina as outras religiões, dando-lhes total liberdade. A religião não tem influência no Estado de Israel apesar do Presidente e de grande parte do povo israelita serem judeus.
O maior exemplo de Estado laico, mesmo tendo sido grandemente influenciado por valores cristãos, são os Estados Unidos da América. A liberdade religiosa é para todas as pessoas e não só para uma religião. Todos os valores religiosos são respeitados e não só aqueles que estiveram na base da origem do país.

No caso de Portugal, deveria acontecer o mesmo. Mesmo este país tendo tido grande influência Católica e mesmo os seus fundadores tendo sido católicos, isso em nada deveria impedir o país de ser totalmente laico. O único erro cometido foi a assinatura da Concordata que atribui ao catolicismo uma posição mais elevada que o resto das religiões existentes. Portugal foi completamente laico na época da Primeira República, onde foram até tomadas medidas, por parte do governo, para tirar a Igreja Católica do patamar em que se encontrava e para colocar toda a população em pé de igualdade, independentemente da fé que professasse.
Por estes motivos referidos é que Portugal seria totalmente laico se não estivesse sujeito a uma Concordata. Enquanto este documento prevalecer contra a Constituição Portuguesa, a discriminação religiosa continuará a existir e não haverá igualdade entre todas as pessoas. Essa igualdade plena continuará dependente de uma religião.

 

Autor: Pedro Miguel Salazar

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Perdidos ... Mortos em delitos e pecados.

«Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.» (Romanos 1:22)

 

Antes de falar sobre o assunto  que me levou a escrever-vos, gostaria de compartilhar convosco esta notícia e de vos pedir para darem uma data aproximada para a publicação deste texto:

 

«A anarquia sexual assumiu formas extremas e espalhou-se por grande parte da população. Lado a lado com o aumento da perversão sexual, uma vergonhosa promiscuidade sexual também aumentou muito. A sedução de membros da mesma família, como relações entre pai e filha [...] filho e mãe [...] já não são desconhecidas. Os autores [contemporâneos] enfatizam de forma especial casos como e relacionamento sexual de um homem com duas irmãs ou com mãe e filha. O adultério, o estupro e a prostituição aumentaram significativamente. [...] o amor homossexual passou a fazer parte do costume das pessoas. Os autores contemporâneos parecem deleitar-se sadicamente ao enumerar uma infinidade de torpezas e perversões sexuais. Descrevem todas as aberrações do erotismo mórbido, com a despudorada serenidade do descaso: estupro, relações sexuais anormais, tortura e sodomia.» 

 

Há algumas semanas, estava em casa da minha madrecita e a TV estava ligada no TLC. Ela estava distraída a fazer malha e eu terminei o que estava a fazer e fui sentar-me junto dela, em frente à televisão.

Vi um "homem" deitado numa marquesa, de pernas abertas [como uma mulher quando vai ao ginecologista], a mulher ao lado, e o médico, um famoso cirurgião plástico, debruçado sobre ele a dizer-lhe algo como isto: «... tem um clitóris bastante grande, por isso pode puxar-se aqui e fazer-se um pénis não muito grande, podemos usar um (não sei especificar) para fazer os testículos e fica perfeito. Embora fique com um membro pequenino, vai ter erecção e vai poder ter relações sexuais». 

 

Conforme ia ouvindo a conversa, ia ficando estupefacta ao ver que o "homem", afinal, era uma mulher. À medida que o cirurgião falava dos anos decorridos até chegar ali, percebi que ela tinha tomado hormonas masculinas que a haviam transformado no "homem" que eu via na marquesa. A cena passa para o corredor do hospital e mostra uma jovem cheia de piercing's, toda vestida de preto, com um ar triste e muito pesado que diz: «A minha mãe escolheu assim, na altura foi muito complicado, mas agora entendo-a e aceito-a [...]».

De volta ao gabinete, a mãe que agora parece um pai, diz: «Ela saiu de casa quando soube, mas eu não fiz nada porque sabia que ela um dia iria entender e voltar. Eu só quero ser feliz!»

 

Durante todo o tempo, a mulher da mulher que se preparava para ser "homem", ouvia atentamente as explicações do cirurgião e parecia muito satisfeita com a transformação do futuro "marido". Se eu já estava estupefacta com tudo o que via e ouvia, fiquei sem saber como descrever o que se desenrolava perante os meus olhos... Vou tentar fazê-lo, mas não é fácil:

A mulher que um dia foi mãe e que agora se estava a transformar num "homem", algures, percebeu que gostava de mulheres e juntou-se com outra mulher que era lésbica, certo? 

Ou seja: a mulher com quem ela se juntou gostava de mulheres, e ela não gostava de homens porque, depois de ter uma filha com um homem descobriu que gostava de mulheres. Ok! Vocês podem dizer que ela já se sentia um homem antes e que só depois de ter a filha "saiu do armário", mas a outra mulher, a companheira dela, era lésbica. Gostava de mulheres. Só que, passados anos, ela decide ser ele e a lésbica passa a gostar de "homens"? 

O documentário prossegue com "o transformer" a mudar de nome e os dois _ "homem" e mulher _ a oficializarem o "casamento" com a filha e a companheira dela a assistirem ao casamento da mãe que agora é "pai?".

 

Não vou sequer abordar o problema daquela filha que esteve anos fora de casa e que deve ter sofrido horrores com tudo aquilo e que, agora, tem uma companheira... Não imagino o que se passa naquela cabeça nem quais serão as consequências de tudo o que viveu. 

 

O que eu vi claramente naquele documentário foi a forma tremenda como o pecado enreda as pessoas e as transforma em marionetas do sexo e das suas perversões. Se é verdade que uma lésbica nasce lésbica [e sabemos que isso não é verdade], como é que se explica que alguém que sente atracção só por mulheres se "case" com um "homem" e passe a gostar do sexo pelo qual nunca se sentiu atraída antes? O pecado domina as pessoas, escraviza-as e rouba-lhes a identidade. O pecado transforma as pessoas em... transformers...

 

É por isso que volto a dizer que a Palavra de Deus é tão actual como o jornal que vai sair amanhã! É nela que lemos:

«Dizendo-se sábios [os homens], tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.

Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;» (Romanos 1:22-28). 

 

Maria Helena Costa

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"_ Não quero ser um fardo para ninguém."

Quantas vezes já pensaste, ou disseste:

«Não quero ser um fardo para ninguém.»
_ Eu já disse... Mas, Deus me ajude a não voltar a dizê-lo.

 

A verdade é que viemos a este mundo totalmente dependentes do amor, do cuidado e da protecção de outros. Passamos por uma fase da vida em que outras pessoas dependem de nós. E a maior parte de nós deixará este mundo, dependendo totalmente do amor e do cuidado de outros. Esse facto não é um aspecto negativo, nem encerra mal algum. Faz parte do plano de Deus, isto é, da natureza física que Ele nos deu. Por vezes, ouço pessoas idosas, incluindo cristãos que já deviam ter mais discernimento, dizerem: «Não quero ser um fardo para ninguém. Estou feliz por continuar a viver enquanto puder cuidar de mim, mas se me tornar um peso para alguém, prefiro morrer.»

Isto está errado! Todos estamos destinados a ser um fardo para outros. Você está destinado a ser um peso para mim e eu estou destinado a ser um peso para si. A vida familiar, incluindo a da igreja local, deveria ser de "responsabilidade mútua". «Ajudem-se uns ao outros a suportar as dificuldades, pois assim cumprem a li de Cristo» (Gálatas 6:2)

O próprio Cristo assume a dignidade da dependência. Nasceu bebé, totalmente dependente dos cuidados da Sua mãe. Precisou de ser alimentado, que Lhe mudassem as fraldas, que O segurassem para não cair. Ainda assim, nunca perdeu a Sua dignidade divina. No fim, mesmo na cruz, tornou-se totalmente dependente, com os membros perfurados e esticados, incapaz de se mover. Na Pessoa de Cristo, aprendemos que a dependência não destitui (nem pode destituir) uma pessoa da sua dignidade, do seu valor supremo. Se a dependência foi adequada para o Deus do Universo, certamente é apropriada para nós.

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John Stott
O Discípulo Radical

 

 

Quem tiver ouvidos [olhos] para ouvir [ler], ouça [leia]!

Ao longo da história, a promiscuidade sexual "legalizada", (tendo a homossexualidade como apogeu), foi sempre o prenúncio do Juízo de Deus sobre uma nação na sua mais intensa manifestação de Ira, ao mesmo tempo que prenúncio da perseguição aos Cristãos Bíblicos.

 

Este "Tsunami de revolução sexual" está a chegar mais depressa do que alguns pensavam e desejavam. O ódio, a raiva e o desejo de silenciar todos os cristãos que defendem intransigentemente uma visão Bíblica da sexualidade, está bem perto de ser sentido de uma maneira bem particular por todos nós. Deus nos ajude a permanecermos firmes e seguros nas verdades bíblicas e tenhamos a coragem de continuar a amar todos aqueles que vivem na imundície do pecado sexual, chamando-os ao arrependimento...mesmo quando estes nos forçarem a pregar e viver a palavra de Deus escondidos e como foragidos, nos lançarem no calabouço ou retirarem nossos filhos de nossa tutela não permitindo que os educamos na Palavra do Senhor.

 

Citando Dr. James White; «Lembram-se que nós alertámos de que rolo compressor LGBT nunca teve como objectivo a "tolerância" ou "aceitação" ou "igualdade de direitos", certo? O seu objectivo sempre foi, e continua a ser, o desmantelamento da família e a completa destruição de quaisquer normas sociais derivadas de uma cosmovisão cristã.»

 

Autor: Tito Pereira

 

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The Department of Housing and Urban Development joined other Obama agencies Tuesday in ruling that ‘Gender Identity’ determines reproductive biology and overrides Title IX sex-based protections for women and girls in homeless shelters. The department defines Gender Identity as “the gender with which a person identifies, regardless of the sex assigned to that person at birth and regardless of the person’s perceived gender identity.” [p70]

The ruling allows any male to access female sleeping quarters, showers, and restrooms on the basis of self-declared ‘Gender Identity’. Questioning such a declaration on any basis is ruled as discriminatory and women’s rational need for privacy and safety from male violence is dismissed as “unsubstantiated fears” [p52]. 

The rule explicitly forbids requesting evidence of a “transition”, including duration, consistency, or sincerity of belief in declared ‘Gender Identity’. There is no provision to address men who may assert ‘Gender Identity’ for an improper purpose:

“HUD also revises paragraph (b) to add a provision that the policies and procedures must ensure that individuals are not subjected to intrusive questioning or asked to provide anatomical information or documentary, physical, or medical evidence of the individual’s gender identity.”[p13]

HUD disregards with a handwave the rationale for protection of female privacy and safety against male violence behind the Congress’s Title IX provision for sex-segregation in areas of public nudity:

“Contrary to the public comment that suggests what Congress’s intent was in creating single-sex facilities, HUD does not opine on Congress’s intent behind permitting single-sex facilities, but does make clear in this rule that, for purposes of determining placement in a single-sex facility, placement should be made consistent with an individual’s gender identity. This rule does not attempt to interpret or define sex.” [p30]

Yet the HUD ruling does re-define legal sex -as a characteristic on par with sex-stereotypes of “appearance, behavior, expression”- falling under the newly invented federal category of “Perceived Gender Identity”:

“Perceived gender identity means the gender with which a person is perceived to identify based on that person’s appearance, behavior, expression, other gender related characteristics, or sex assigned to the individual at birth or identified in documents.” [p70]

The ruling itself re-defines ‘sex’ as a component of ‘Perceived Gender Identity’ but the agency also defines ‘Gender Identity’ as a “component of sex’ in its response to public comment:

“In response to the comment with regard to this rule’s impact on a “legal sex category,” this rule does not provide a definition of “woman” or “sex.” In this rule, HUD notes that gender identity—and whether a person identifies with their sex assigned at birth or not—is a component of sex.” [p45]

HUD cites the Title IX re-interpretation of other Obama appointed agencies (which call for the elimination of sex as a protected category) as precedent for Tuesday’s ruling, making no mention of the current legal challenges to this very interpretation by 23 states and various private litigants:

“Consistent with the approach taken by other Federal agencies, HUD has determined that the most appropriate way for shelter staff to determine an individual’s gender identity for purposes of a placement decision is to rely on the individual’s self-identification of gender identity.” [p39]

HUD cites various internet surveys as evidence that males with ‘Gender Identities’ are at greater risk of harassment and violence than women and girls. Therefore HUD rules that women and girls must be forced by the state to sacrifice their own safety and absorb the risk from males who prefer sleeping and bathing among women. HUD addresses the safety concerns of individuals with ‘Gender Identities’ extensively, including those who ‘identify as’ having no reproductive biology at all:

“In circumstances where an individual does not identify as male or female and such information is relevant to placement and accommodation, the individual should be asked the gender with which the individual most closely identifies. In these circumstances, the individual is in the best position to specify the more appropriate gender-based placement as well as the placement that is most likely to be the safest for the individual—either placement with males or placement with females.” [p48]

Yet HUD completely disregards voluminous FBI, CDC, and other forensic documentation of epidemic sex-based violence against women committed by males as “beyond the scope” of the ruling, wrapping up their dismissal with a version of the classic ‘but women rape too!’:

“HUD’s rule requires that individuals be accommodated in accordance with their gender identity. It is beyond the scope of this rule to detail methods for best serving victims of domestic violence, dating violence, sexual assault, or stalking. However, as discussed earlier, this final rule requires that providers must take nondiscriminatory steps that may be necessary and appropriate to address privacy concerns raised by all residents or occupants. HUD notes that both victims and perpetrators of domestic violence and other VAWA crimes include persons who are transgender or gender nonconforming individuals and persons who are not”. [p58]

HUD fully expects violence, (which it calls “physical harassment”) to occur between homeless women and the males placed in female sleeping and bathing areas as a result of this ruling:

“If some occupants initially present concerns about transgender or gender nonconforming occupants to project staff and managers, staff should treat those concerns as opportunities to educate and refocus the occupants. HUD recognizes that, even then, conflicts may persist and complaints may escalate to verbal or physical harassment. In these situations, providers should have policies and procedures in place to support residents and staff in addressing and resolving conflicts that escalate to harassment.”[p17]

Strangely, although statistics show that female stranger violence against males is an infinitesimal probability compared to the reverse, the Federal Department of Housing and Urban Development is, yet again, solely concerned with the former- the issue of women’s protection from male violence being “beyond the scope” of the Obama administration’s mandate to eliminate sex-based protections for women.

 

Read the full HUD decision here:

https://s3.amazonaws.com/public-inspection.federalregister.gov/2016-22589.pdf

"Amor moderno" "Amor romântico"

 
No Post que obteve o DESTAQUE do Sapo, uma comentadora deixou este comentário, usando na primeira frase algo que eu lhe havia dito na resposta a um comentário dela:
 
«"Amor é algo muito maior do que apenas satisfazer os desejos da carne."
 
A senhora sabe perfeitamente que, com as devidas exceções, a expressão da sexualidade e o amor romântico são indissociáveis. Com a homossexualidade não é diferente. Esta não se limita a um plano carnal, também inclui um plano sentimental. Mais do que outra coisa, isso é que eu não acredito que seja pecado. Mas não estou interessada em prolongar esta conversa. É perda de tempo.»
 
 
- Mas, será que é realmente assim?
- Será que o AMOR é isto?
 
O "amor romântico" tem sido a maior causa de depressões, destruição da família e do significado da palavra amor.
O "Amor" romântico, é o "amor" dos filmes de Hollywood , dos romances e das novelas, é o "amor" dos sentidos e do físico, é o "amor" da satisfação do ego e da promessa de que o "amor" é bom enquanto dura, mas que quando acaba, "bola prá frente que atrás vem gente".
 
Esse tipo de "amor moderno" ou "romântico" é totalmente contrário ao amor de Deus e ao verdadeiro amor que provém d'Ele, logo, é pecado porque busca sempre a satisfação do eu [egoísmo] e não a da pessoa que é o alvo desse "amor" _ o nosso próximo.
 
Infelizmente, vivemos numa cultura em que tudo é descartável e as pessoas não são excepção. Mulheres são mortas, mães matam os próprios filhos como retaliação porque os maridos as deixaram, e inúmeros lares são desfeitos por causa desse "amor" que sacrifica tudo e todos, menos a vontade própria e a satisfação da carne e do eu.
 
A atracção por pessoas do mesmo sexo é algo a que qualquer pessoa está sujeita porque todos nós nascemos pecadores e somos tentados das mais variadas formas ao longo da nossa vida, mas a prática _ o acto sexual com pessoas do mesmo sexo - é pecado. (Bem como o sexo fora do casamento, o adultério e a pornografia). E, o pecado, apresenta-se sempre como o príncipe encantado sem o qual não podemos viver e ser felizes, mas, na verdade, ele traz infelicidade, é enganador e mortal.
 
Entendo que a Sofia não queira prolongar esta conversa...A verdade incomóda. Mas  jamais poderá dizer que nunca ninguém a tinha alertado... E, um dia, tal como todos nós, estará perante Deus sem desculpas.
 
Amor, Sofia, o amor puro e verdadeiro, o amor que Deus aprova porque provém d'Ele, está descrito nestas palavras maravilhosas do apóstolo Paulo:
 
 
"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor." (1 Coríntios 13:1-13)
 
 
Tenha um bom dia Sofia, Deus a abençoe!
 

AMOR... O que é o amor?

«E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.»

(Colossenses 3:14) 

 

Não há palavra mais vulgarizada e mais destituída do seu verdadeiro significado, do que a palavra "amor". 

Sendo o único valor pelo qual o mundo ainda parece ter algum respeito, é, frequentemente, deturpado e associado ao que o mundo tem de mais baixo, superficial, efémero e egoísta. 

Não é em tais caricaturas de "amor", mas em Deus que é amor _ a fonte e o modelo do amor _ que descobrimos o seu real significado. A Bíblia dá-nos muito mais do que uma definição do amor e uma demonstração de facto desta virtude divina, que somos chamados a demonstrar nas nossas relações uns com os outros. O apóstolo João vai direito ao coração do assunto:

 

«Conhecemos o amor nisto: que ele [Jesus] deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos.»

(1 João 3:16, grifo meu).

Então, o amor  não é um sentimento, mas sim um acto - um modo de vida. Não é a resposta ao amor de alguém, é algo que se dá sem esperar nada em troca:

 

«Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados."

(1 João 4:10)

Noutras palavras: ao contrário do que às vezes ouvimos e pensamos, o amor não cresce espontaneamente dum sentimento de afinidade ou devido a mera atracção pessoal: é desejado, vence a antipatia e decide-se pelo desgracioso e desajeitado. Enquanto que o amor humano é, às vezes, regulado pelo gosto ou predilecção, fantasia ou capricho, egoísmo ou acaso, a vontade é que é suprema no amor divino, essa vontade que é a graça de Deus. A razão para o amor só pode ser encontrada em Deus. 

Quando éramos ainda impotentes, pecaminosos, mesmo inimigos, Deus revelou o Seu amor para connosco dando-nos o Seu próprio Filho para nos reconciliar consigo mesmo e despertar o amor em nós:

 

«Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. Mas Deus prova o seu amor para connosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.»

(Romanos 5:6-10)

É exactamente porque o amor entre irmãos e irmãs, ou maridos e esposas, não é dessa qualidade, que às vezes falha miseravelmente: esperamos obter alguma coisa em vez de nos darmos a nós mesmos. O amor é medido pela cruz:

 

«O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.»

(João 15:12-14 - Palavras de Jesus)

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